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Carta - Um pouco de drama.

As palavras estão me fugindo nesses dias.
Sim, parece que elas não mais querem saltar para o papel. Parece que elas não gostam mais de mim o suficiente para, juntos, formamos frases e pequenos textos que agradem a mim mesmo. – não sei se os textos agradam as palavras que neles estão, já que nunca conversamos sobre isso...

Enfim, preciso de uma ajuda para voltar a escrever decentemente!

E não é segredo para ninguém que minha inspiração é apenas uma, apesar de que eu mantenha em sigilo a identidade da musa. E o continuarei fazendo, principalmente agora.

A musa que tem os mais fortes e belos olhos que já vi. A mulher mais indescritível que conheço e a que cada vez mais me surpreende. A menina que enche meu coração de alegria e que me faz sonhar acordado. “A única que me faz compor.”

Talvez eu esteja perdendo a prática, ou talvez seja essa saudade que eu sinto!

A falta que aquela musa me faz chega a ser cruel.
A dor que sinto ao pensar nela é maior do que suporto.
Não paro de pensar nela... Naqueles olhos que me enfeitiçaram numa noite e que não consigo esquecer.
Meu coração inflama com uma simples lembrança.
Tudo me lembra ela!

Nos momentos bons eu lembro daquele sorriso tímido que ela sempre solta antes de corar um pouquinho. Lembro também de um momento em especial, um em que olhamos um no olho do outro, sem palavras e sem malícia, mas em que meu coração disparou de alegria e esta foi a melhor sensação que tive até então.
Nos momentos ruins eu me lembro de como era bom estar todas as manhãs ao seu lado e de como o mundo não importa se ela está por perto. Eu tento me lembrar daquela voz que me acalma e acelera meu peito...

... não ouvir a verdadeira dona da voz está me matando.

Se eu sobreviver a tudo isso, farei com que não seja em vão o meu sofrimento.
Se eu conseguir transformar todo esse sofrimento em alegria, irei dividi-la com a minha amada.
Se esses dois sonhos se realizarem, serei feliz.

Mas chega de drama! Quando chegar a minha casa, eu queimo esses papéis e tento sentir nas chamas o calor que me falta.
Quem sabe não funciona?

Talvez a felicidade esteja próxima de mim e eu que não sei como alcançá-la.
Espero que minha musa me ensine a conquistá-la...
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Pra começo de conversa: Não! Não copiei do livro Lua Nova a ideia de "... não ouvir a verdadeira dona da voz está me matando.", ok? xP
Esse eu gostei, mas acho que poderia ter ficado melhor. Pra mim, faltou algo no texto... =/
O que acham?

5

Prosa

Cansei!
Verdadeiramente eu cansei... cansei de ser eu mesmo sempre, de não mudar. Não quero mais seguir essas regras de educação que ganhei dos meus pais. Cansei de viver essa vida do meu jeito. Cansei dos meus amigos lembrando de como eu era e dizendo que não mudei nada em todos esses anos, dos meus parentes que nunca vejo dizendo que eu sou o mesmo da última vez... ARGH! Cansei!
Cansei do meu mundo!

Quero viver de outro jeito, pelo menos uma vez. Tenho o direito de querer ver o mundo com outros olhos, de “sair da linha”, de abusar do meu eu oculto em mim. Quero explorar os meus talentos inativos e que me são desconhecidos; saber o que os outros pensam de mim – apesar de que isso pouco me importa! –; saber quem sou, quem nunca fui ou nunca serei. Eu tenho esses direitos! Direito de ser outra pessoa quando bem entender!
Não tenho?

Só não cansei de lhe amar!
E queria ver o mundo com os seus olhos...

Queria poder entrar em sua mente e desvendá-la sozinho; conhecer suas memórias e segredos; saber dizer-lhe as coisas que você mais gosta de ouvir.
Queria entrar em seu coração e conhecer todas as suas emoções; encontrar seus sentimentos mais reservados; saber o que está sentindo no momento em que lê essas poucas palavras.
Queria matar essa saudade que me consome!
Queria ser mais do que um amigo...
Queria... QUERO!

Talvez assim eu passasse a conhecê-la de verdade.
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Faltou criatividade para o título e nem sei como classificar esse texto... xP

Estou postando do escritório. *sem nada pra fazer aqui* ¬¬'

E só para constar e ninguém ficar assustado com as minhas palavras aí: ALGUNS sentimentos são reais, outros não! Mas não preciso especificar quais são reais e quais não são... com todo respeito, isso é problema meu ;D
*tô chato hoje!" xP~ euheuheuheuhe

3

Conto - Telefonema

“O que será que eu devo falar quando ela atender” pensou Eduardo com o celular na mão. Ele estava muito nervoso, pensando no que estava prestes a fazer. Outras mil coisas passaram sobre sua mente, refletindo se já não era tarde demais para ligar, se ela ia gostar do telefonema, se D. Sylvia, mãe dela, não ficaria brava ou, pior, se o Sr. Reinaldo, o pai, atenderia e começaria um questionário sobre a vida de Eduardo seguido de um sermão falando sobre boas intenções e respeito à pequena Sandra.
Cheio de incertezas, mas com uma coragem sem igual – e que ele não saberia dizer de onde veio –, Eduardo discou o número certo e esperou.
A cada tu que o aparelho fazia seu coração acelerava mais um pouco.
Tu... “Ela não vai atender”
Tu... “Será que já está dormindo?”
Tu... “Eu vou ter um infar...”
- Alô? – disse uma voz do outro lado da linha. Era suave como a brisa na primavera, tinha um toque de ansiedade presente e uma malícia incerta que fez com que Eduardo a identificasse na mesma hora.
Ele respirou fundo, mas tudo o que conseguiu dizer foi:
- Tudo bom, Sandra?
Ela suspirou, reconhecendo a voz de Eduardo. Um pequeno silêncio tomou conta do telefonema, até que Sandra pudesse voltar a si e responder.
- Ah, sim... – disse timidamente. – claro e você?
- Também estou. Não é muito tarde para ligar, é? – pergunto rapidamente.
- Não, claro que não... eu estava esperando que você ligasse – ela admitiu. Eduardo pode sentir que as maçãs do rosto de Sandra estavam mais coradas do que nunca, pois ele sabia o quão tímida ela era. Enquanto isso, Sandra sentia seu rosto esquentar com o vermelho aparecendo. Ambos os corações aceleraram. Muito!
- Diga aí, - Eduardo tentou ser o mais descontraído possível – como foi o teu dia?
- Bem... Até meu pai me falar que quer conversar com você. – um toque de sarcasmo enchia a sua voz quando Sandra falou. Ainda assim, ela estava ansiosa com a resposta que viria.
“O QUÊ?!” quase saiu da boca de Eduardo (seguido de alguns chingamentos), mas ele se segurou para não constranger a mulher que estava do outro lado da linha. Ao invés disso, ele apenas disse: - Eu já esperava e ele está certo...
- Papai disse pra combinar de você vir aqui. – era difícil para Sandra dizer aquilo. Ela sabia que seu pai não faria nada contra Eduardo (a não ser que ele “pedisse”), mas também sabia como o rapaz se sentiria com o provável interrogatório que viria.
- O quanto antes melhor!
Antes que pudesse refletir no que estava falando, Eduardo juntou as palavras numa frase que nunca diria se tivesse pensado antes. Isso surpreendeu aos dois de uma forma diferente.
Mais um silêncio tomou conta da ligação. Sandra perdera a fala com a resposta de seu amado, enquanto Eduardo não sabia com completar aquilo que acabara de dizer.
Como se fossem um só e com um calor desumano na voz eles disseram:
- Te amo!
A voz forte de Eduardo se sobressaiu, claro, em relação à voz fina de Sandra. Mas a combinação que elas fizeram foi o que chamou a atenção de ambos. Era como se toda uma composição tivesse sido entoada por eles com tanta perfeição que os críticos aplaudiriam em pé. O ritmo marcado com precisão e a tonalidade adotada por ambos formaram uma obra prima.
Eles sorriram.
Não havia mais nada a ser dito, não por telefone. Uma simples despedida foi trocada e eles desligaram seus respectivos telefones. Desejando que o tempo fosse amigo o suficiente para que a hora do reencontro chegasse logo.
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Mais um, para manter os posts atualizados! =D

Agradecimentos aos meus patrões, pois usei os nomes deles (mas ele nem sabem =x)

PARABÉNS, ANGÉLICA!
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Para ser sincero, o texto saiu completamente do que eu queria no começo, mas eu gostei mesmo assim. Depois faço um seguindo a ideia original e posto aqui.

5

Poesia - Sentidos

Dias...


Há dias que tudo da errado, parece que o mundo conspira contra nós e somos o centro da desgraça.

Graças a DEUS, há outros dias que podemos celebrar a alegria...


Hoje eu vivi e vi coisas belas o suficiente para levantar as mãos pro céu e agradecer!

“Obrigado, ó Pai!”


Meus olhos viram coisas belas, mas foi a minha mente que me mostrou o que eu queria ver.

Agora meus ouvidos anseiam pelo canto entoado por uma sereia.

Na minha respiração sinto o suave perfume de um corpo.

Minha pela grita pelo calor de uma mulher específica.

Minha boca quer encontrar o encaixe perfeito.


...uma lua vista em plena luz do dia, uma bela casa que estava ensolarada, um avião atravessando brancas nuvens... E, mais importante, ao fechar meus olhos pude ver dois olhos negros, fortes, alegres, brilhando como a lua cheia.

(Meus olhos viram coisas belas, mas foi a minha mente que me mostrou o que eu queria ver.)


Eu tento me lembrar do doce som daquela voz, mas reconheço que não é a mesma coisa que ouvi-la de verdade.

(Agora meus ouvidos anseiam pelo canto entoado por uma sereia.)


O cheiro que sinto no ar é distorcido, mas ainda assim posso reconhecer aquele que mais me agrada. Infelizmente, sei que ele está apenas dentro de mim.

(Na minha respiração sinto o suave perfume de um corpo.)


O frio que sinto não é causado por estações, é pela falta de um toque.

(Minha pela grita pelo calor de uma mulher específica.)


Minha sede não é reduzida quando os líquidos a adentram. Ela é causada por um desejo permanente de encontrar a única fonte capaz de saciá-la.

(Minha boca quer encontrar o encaixe perfeito.)


Havia um sorriso naquele olhar!

A voz que ouvia cantava minha música favorita!

Minha respiração ofegava e buscava o perfume ideal.

A pele que eu sentia era macia e quente!

Havia vida na água que provei!

“Obrigado, ó Pai!”


Tudo isso guardo em minha mente e em meu coração.


Pois meus sentidos, todos juntos, gritam um só nome. Se levantam contra mim mesmo para que eu busque saciar a vontade de cada um deles. Eles me forçam a aceitar o que meu coração já diz a um bom tempo!

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Agora voltarei a postar!

... de verdade!


Para começar, uma poesia que misturei várias formas... Romantismo e Modernismo, além de um pouco de Contemporâneo.

Versos brancos e livres como as estrofes...


Ah, eu gostei, e vocês?

2

Crônica - Ditos populares

Cada vez mais os ditos populares provam o seu valor e mostram o quão reais são. Vemos nos fatos atuais as verdades que o povo já pronunciava a tanto tempo e isso nos (a mim, pelo menos) indigna, por se tratarem de verdades que não deveriam esxistir em hipótese alguma.

Fatos como o acidente com o Airbus da AirFrance no nosso lindo litoral – ainda sem respostas para a causa – e as enchentes que estão ocorrendo em todo o Brasil – consequências do famoso aquecimento global – mostram a solidariedade de um povo sofrido, como o brasileiro, e nos ensina a sentir compaixão pelos outros. Várias pessoas estão ajudando aos que sofreram perdas devido a tais acidentes, todos juntos em busca de um bem em comum. Além disso, essas ocorrências nos mostram a possível união entre os muitos países desse mundo que vivemos. Afinal, é o que dizem: “há males que veem para o bem”, não é mesmo?!

Outro acidente que está ensinando muito nesses tempos difíceis é o de carro que envolveu um deputados estadual aqui do Paraná. Neste acidente, dois jovens estudantes perderam a vida e todos os seus sonhos. Depois de alguns dias, ficou provado que o deputado – único sobrevivente na ocasião – dirigia a aproximadamente 190 km/h, embriagado e, pra ajudar um pouco mais, com a CNH caçada. Isso é justo?

Tantas outras pessoas dirigem com a carteira caçada – inclusive ficou provado que muitos outros deputados entram nessa lista – e precisou que esse acidente acontecesse para o DETRAN ir buscar essas carteiras e barrar esses motoristas. É verdade o que o povo fala: “a justiça tarda mas não falha”!

Mas será que é realmente necessário que pessoas morram para as coisas começarem a funcionar nesse país? Quantos ainda morrerão em acidentes até o dinheiro público ser gasto no que verdadeiramente interessa, o bem estar de toda a população, ao invés de morrerem em paraísos fiscais?

Ah, desculpem, esqueci de uma coisa... Não há porquê nos preocuparmos! “Tudo aqui acaba em samba” mesmo...

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Depois de um mês sem postar, ou mais, não verifiquei, eu volto aqui com um crônica feita numa maravilhosa aula de biologia - perdão, Josiani, mas tava um saco a sua aula!

Sem muito o que dizer, espero comentários construtivos... =D